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DEUS SEMPRE APARECE

Quando o sonho se desfaz… DEUS reconstrói!

Quando se acabam as forças… DEUS renova!

Quando é inevitável conter as lágrimas… DEUS dá alegria!

Quando não há mais amor… DEUS o faz nascer!

Quando a maldição é certa… DEUS a transforma em bênção!

Quando parecer ser o final… DEUS dá novo começo!

Quando a aflição quer persistir… DEUS nos envolve com paz!

Quando a doença assola… DEUS é quem cura!

Quando o impossível se levanta… DEUS torna possível!

Quando faltam palavras… DEUS sabe o que queremos dizer!

Quando tudo se parecer fechar… DEUS abre uma nova porta!

Quando você diz: “Não vou conseguir“… DEUS diz: “Não temas, pois, estou contigo!

Quando o coração é machucado por alguém… DEUS é quem derrama o bálsamo curador!

Quando não há possibilidades… DEUS faz o milagre!

Quando só há morte… DEUS nos faz persistir!

Quando a noite parecer não ter fim… DEUS faz nascer o amanhecer!

Jesus nos fala hoje da oração, jejum e caridade de forma consciente o momento e o ato mais importante da nossa íntima união com Ele. E nos faz saber que estes atos devem ser livres e desimpedidos, desinteressados de reconhecimento. A partir do momento em que vivemos estas três lições de Cristo oração, jejum e penitência, em nossas vidas, tudo em nós será um eterno aleluia. Jesus terá verdadeiramente ressuscitado em nós.

Pentecostes

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Era para os judeus uma festa de grande alegria, pois era a festa das colheitas. Ação de graças pela colheita do trigo. Vinha gente de toda a parte: judeus saudosos que voltavam a Jerusalém, trazendo também pagãos amigos e prosélitos. Eram oferecidas as primícias das colheitas no templo. Era também chamada festa das sete semanas por ser celebrada sete semanas depois da festa da páscoa, no qüinquagésimo dia. Daí o nome Pentecostes, que significa “qüinquagésimo dia”.

No primeiro pentecostes, depois da morte de Jesus, cinqüenta dias depois da páscoa, o Espírito Santo desceu sobre a comunidade cristã de Jerusalém na forma de línguas de fogo; todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (At 2,1-4). As primícias da colheita aconteceram naquele dia, pois foram muitos os que se converteram e foram recolhidos para o Reino. Quem é o Espírito Santo?

O prometido por Jesus: “…ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem a realização da promessa do Pai a qual, disse Ele, ouvistes da minha boca: João batizou com água; vós, porém, sereis batizados com o Espírito Santo dentro de poucos dias” (At 1,4-5).

Espírito que procede do Pai e do Filho: “quando vier o Paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade que vem do Pai, ele dará testemunho de mim e vós também dareis testemunho…” (Jo 15 26-27). O Espírito Santo é Deus com o Pai e com o Filho. Sua presença traz consigo o Filho e o Pai. Por Ele somos filhos no Filho e estamos em comunhão com o Pai.

Oração para um partofeliz

Advento é tempo de grande compromisso com o projeto de Deus. A Celebração Eucarística é o lugar onde o povo oprimido pode ficar de pé e levantar a cabeça, porque a libertação está próxima.

Jesus começou a percorrer todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, anunciando a Boa Nova do Reino e curando todo tipo de doença e de enfermidade. Ao ver as multidões, Jesus encheu-se de compaixão por elas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então disse aos discípulos: A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para sua colheita! Chamando os doze discípulos, Jesus deu-lhes poder para expulsar os espíritos impuros e curar todo tipo de doença e de enfermidade. Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! No vosso caminho, anunciai: O Reino dos Céus está próximo. Curai doentes, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expulsai demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar!

O envio dos Apóstolos marca abertura do projeto universal da evangelização. É preciso que o mundo conheça e veja Jesus – Caminho, Verdade e Vida. E por meu e teu intermédio às pessoas sejam esperançosas, pois se trata de um plano que visa ter vida em plenitude. É fundamental que as pessoas vejam Jesus no lugar onde moram, estudam e trabalham. Onde são chamados a ser cristãos. Que durante a sua vida terrena tenham os olhos da fé Jesus que é Caminho, Verdade e Vida.

A Igreja, nossa mãe, nos auxiliará a vislumbrá-lo. Ver biblicamente é tão importante quanto testemunhar, pois, pretende-se atingir nossos amigos, vizinhos, parentes e até mesmo nossos inimigos. Oxalá, que o bom Deus nos ajude a cumprir com sucesso esse projeto de evangelização. Haja disponibilidade e fidelidade da minha e tua parte que abracemos este desejo divino de levar a Boa Notícia aos nossos irmãos. Santa Maria, Rainha da Evangelização, ajuda-nos na missão de servir e de difundir a esperança, o amor, o Reino de Cristo.

A Paz de Jesus,  irmãos.

A parábola dos talentos, apesar das semelhanças, não deverá ser a mesma das minas, ainda que alguns pensem que sim, pois Jesus podia ter contado duas parábolas semelhantes, embora com o mesmo fim didáctico. Esta parábola ensina principalmente a necessidade de corresponder à graça duma maneira esforçada, exigente, constante, durante toda a vida. Temos de fazer render todos os dons da natureza e da graça, recebidos do Senhor. O importante não é o número dos talentos recebidos, mas sim a generosidade em os fazer frutificar.

Não se trata propriamente de uma moeda, mas de uma unidade monetária, cujo valor ignoramos ao certo, por variável que era então, mas que ronda pelos 36 quilos de prata O texto nos sugere refletirmos sobre três pontos funtamentais que são:

1 – O segredo da felicidade. Todos suspiramos pela felicidade, todos queremos ser feliz. Todavia é preciso não temos ilusões. A felicidade não se recebe de mão-beijada. Ela conquista-se com o esforço, o trabalho e o sacrifício. O segredo da felicidade está na fidelidade aos nossos deveres em relação a Deus e aos outros. Ser fiel no dever de cada dia; fiel em pequenos gestos de caridade com o próximo; fiel no compromisso de piedade, de amor para com Jesus na Eucaristia; fiel na preocupação de tornar a vida agradável aos outros; sorrido; servindo e ensinando. Não é indiferente ser ou não ser fiel: ditoso o que teme o Senhor e segue o seu caminho, diz o Salmista.

Não há felicidade sem fidelidade. As leituras da missa de hoje colocam diante de nós o exemplo da mulher virtuosa que põe todo o seu esforço ao serviço do bem estar da família, do aconchego do lar. E, no Evangelho, o exemplo dos criados que puseram a render os talentos que o patrão lhes confiou. S. Paulo, por sua vez, convida-nos a ser vigilantes e sóbrios em tudo: no falar e no comer; no vestir e no andar; na maneira de encarar os acontecimentos com optimismo e não com pessimismo e desespero.

2 – Os pecados de omissão. O Evangelho nos diz que o patrão daqueles criados, passado muito tempo, foi ajustar contas com eles. Enquanto que o primeiro e o segundo puseram a render os talentos recebidos, o terceiro, deixando-se levar pela preguiça, nada fez. Daí, ouvir a censura condenatória do seu patrão: servo mão e preguiçoso.

Aqui temos retratado o pecado de omissão. Aquele servo não perdeu o talento recebido. Teve até o cuidado de o esconder, mas assim o tornou improdutivo.

O servo preguiçoso é imagem viva do cristão que, quando é chamado a uma vida de piedade mas intensa; comprometer-se na tarefa do apostolado; a aliviar o peso da pobreza, do sofrimento de quem o rodeia, se esquiva. E tranquiliza a sua consciência dizendo: eu não sou mau, não trato mal ninguém, nem prejudico quem quer que seja. Quem fala assim não repara que também existam omissões graves, coisas que se deviam ter feito ou dito, não se fizeram nem se disseram. V.G. na comunicação social quantos pecados de omissão nesta área, lembra o Senhor Arcebispo Primaz: há momentos para elogiar e ocasiões para, sem condenar ninguém, mostrar a nossa discordância. Lembro os que apoiam publicamente o aborto e outros actos graves contra a vida a justiça e a paz.

3 – verdadeiro descanso. O comportamento dos servos não foi igual. Para o primeiro e o segundo o resultado foi 100% mais; para o terceiro foi 100% negativo. Cada um recebeu os seus talentos para os pôr a render sempre que posso fazer algo. E assim não posso cruzar os braços. Certamente que não resolvo tudo. Faço o que posso. Portanto, dê tu também o teu 100% e descansarás, tomarás posse do que está reservado para aqueles que em vida deram o seu 100%

O Evangelho estabelece um laço constante entre os pecados de omissão e o inferno. Três textos se referem ao caso: a parábola dos talentos que acabados de ouvir – lançai-os às trevas de lá de fora. Na parábola do rico avarento (Lc. 16, 10): Morreu e foi sepultado no abismo. No capítulo 25, 11 de S. Mt.: afastai-vos de mim malditos para o fogo eterno.

Eu, no meu lar, no lugar de trabalho, nas minhas relações sociais, na minha paróquia, faço frutificar os talentos de inteligência, de saúde, de simpatia, de possibilidades económicas…ou enterro tudo isso no despejo da preguiça? Procuro trabalhar na defesa dos valores: da vida, da verdade, da honra, do pudor, dos outros que precisam da minha ajuda? Mãos à obras, tu tens tudo para seres feliz, e repousares na alegria do teu Senhor, basta que ponhas a render os teus talentos.

No Evangelho de hoje, Jesus anuncia sua mensagem de salvação, ensinando de cidade em cidade, de povoado em povoado. Ao mesmo tempo, se aproxima de Jerusalém, onde alguém lhe pergunta: Senhor é verdade que são poucos os que se salvam? É a pergunta curiosa do devoto fiel, evidentemente pondo-se no grupo dos salvos. É a tentação de sempre, a tentação dos que se julgam proprietários da salvação, especialmente dos fariseus; mas também é a nossa tentação: saber se levamos uma vida correta e se o nosso lugar no paraíso já está assegurado. É a tentação que temos nós discípulos, quando perdemos a dimensão da espera; quando acreditamos que os muros da nossa cidade interior são tão seguros a ponto de não precisarem de vigilância. É terrível para nós discípulos, quando depois de uma bela experiência de Deus, sentimos imediatamente ter entrado num grupo a parte, e começamos a olhar com suficiência os outros, aqueles que não entendem que não conhecem que têm seguido outros percursos diferentes do de Jesus.

Para mantermos a vida de fé, necessitamos fazer todo o esforço possível, diz o Senhor, para passar pela porta estreita. Com este símbolo, Jesus não tem intenção de dizer que devido ao monte de gente que quer a vida eterna, tenhamos que empurrar uns aos outros pra poder garantir nosso lugar. Não! Mas que devemos nos esforçar. Não basta querermos. Certamente, é verdade que nós somos salvos e que não podemos nos salvar pelas nossas próprias forças, mas isto não acontece sem a nossa ação, com uma atitude de pura passividade. Deus nos salva, mas nos leva a sério como pessoas livres e responsáveis. Devemos nos esforçar e lutar, aproximando-se decididamente e conscientemente dele, para superar os obstáculos e testemunhá-lo com a nossa vida.

Com a afirmação sobre a porta que é fechada pelo dono da casa, Jesus quer dizer que nós devemos nos esforçar a tempo. Devemos levar em conta que o nosso tempo é curto. Não podemos adiar pra não sei quando o esforço para viver em comunhão com Deus. Com a nossa morte, a porta será fechada e será decidido o nosso destino. Então será muito tarde para querer, chamar e bater. Devemos levar em conta também que o nosso tempo, além de limitado, não temos controle sobre ele. Não podemos viver uma vida segundo o nosso bel-prazer e adiar para a velhice a preocupação pela salvação. Não somos nós a fechar a porta, mas o Senhor. Por isso, devemos estar sempre prontos.

Nas palavras do dono da casa, vemos uma ênfase na justiça, na orientação da vida segundo a vontade do Senhor. Não basta uma comunhão somente externa com ele, tê-lo conhecido, ter ouvido os seus ensinamentos, conhecer o Evangelho e o cristianismo. Pois, corremos o risco dele nos dizer: não sei de onde sois. Afastai-vos de mim todos vós que praticais a injustiça!. Quem não se orienta pela vontade de Deus, quem rejeita conscientemente a comunhão com Deus, já excluiu a si mesmo da salvação. Esta sua decisão é respeitada e confirmada pelo Senhor. E seria triste chorar de desgosto e ranger os dentes de raiva por se dá conta do que foi perdido.

A boa notícia de Jesus não diz coisas que nos agradam e não nos prometem uma vida fácil e sem esforços. Ela contém algumas verdades incômodas. Mas, justo porque não nos esconde nada e exatamente porque manifesta a verdade completa, nos indica a verdadeira via para a felicidade plena. Aquilo que conta, enfim, é o empenho com o qual se vive a própria existência cristã, testemunhando a pertença a Cristo.

Jesus nos interpela. Pois para chegarmos Reino, à vida plena, à felicidade eterna, dom de Deus oferecido a todos, é preciso renunciar a uma vida baseada naqueles valores que nos tornam orgulhosos, egoístas, prepotentes, auto-suficientes, e seguir Jesus no seu caminho de amor, de entrega, de dom da vida.

 

A resposta para esta pergunta é simples: a multidão toda procurava tocar em Jesus porque uma força saía d’Ele, e curava a todos.

Ao longo da história, tivemos homens que gozaram de muitos prestígios entre suas nações. Temos como exemplo concreto a festa dos santos de hoje. Simão e Judas Tadeu, membros da equipe que Jesus escolheu, a quem Ele deu o nome de apóstolos. Mas, afinal, por que estes homens e tantos outros seguiram Jesus? Porque Ele é o Senhor, porque Jesus é o amor; Ele foi o único Deus que desceu sobre nós e nos curou de todas as imundices do mundo. Jesus foi e é o único dentre todos os citados que morreu em uma cruz por nós. Por isso, não devemos ter outro Senhor além de Jesus!

As pessoas procuravam tocar em Jesus para serem curadas, exorcizadas e libertas de todo mal.

Aonde estava e saía a força que curava a todos? Esta  força que que a todos curava não estava e nem saia nos braços, ou nas armas, mas estava no amor que existia e existe dentro d’Ele. Assim como os Apóstolos e toda a multidão, nós somos chamados a tomarmos posse desse amor.

Se, realmente, queremos ser curados e salvos, é preciso tocar em Jesus nos nossos dias. Você poderá me perguntar: “Mas como tocá-lO nos dias de hoje?”. Eu lhe responderei: “Podemos sim e devemos tocá-lO na Eucaristia, pois Deus se fez pão para se dar em alimento. Morto, matou de uma vez por todas as nossa morte. Ressuscitando, restaurou-nos para a vida eterna!

De fato, nós custamos caro a Deus, o preço da nossa redenção foi o sangue de Seu próprio Filho. Por isso, quando deixamos de buscar Jesus para buscarmos outros que não nos podem dar a salvação, nós O desagradamos profundamente. Quando nos apegamos em outras religiões, em outras filosofias de vida, é o mesmo que dizermos a Jesus que não valeu a pena Ele ter morrido em uma cruz por nós.

Jesus é o único Senhor de nossas vidas, abandone tudo aquilo que o afasta de d’Ele. Eu citei líderes e fundadores de religiões, mas, dentro de nós, também criamos nossas próprias religiões como o álcool, o cigarro, as baladas, as drogas, a mentira, o adultério, o apego aos bens materiais… Tudo isso e muito mais, aos poucos, vai tomando o lugar que deveria ser de Jesus.

Senhor Jesus, quanto amor derramastes por mim, ninguém no mundo derramou tanto amor, tanta alegria nos corações como o Senhor!  Que bom que existiram, ao longo dos séculos, homens bons que moveram nações; porém, nenhum deles foi ou é capaz de ensinar o verdadeiro caminho, de dar-nos a verdadeira salvação, de dar-nos a vida em abundância. Senhor Jesus, tu és o meu único Senhor. Ajude-me neste caminho em busca do céu; ajude-me a alcançar a santidade, a ser mais santo e viver a vossa Palavra, sei que só conseguirei com vossa ajuda.

Assim como aquela multidão procurava tocá-lO, Deixe que também eu O toque para que eu seja curado e salvo da condenação eterna. Amém!

“Jovens: sois fortes, a palavra de Deus permanece em vós, e vencestes o malígno”. (1 Jo 2, 14).

Padre Bantu Mendonça K. Sayla (Com. Canção Nova) 

Quem é o maduro para Deus senão aquele que assume a própria responsabilidade? Vivemos numa sociedade onde a culpa não existe. E mais estamos expostos a um rolo de acontecimentos, com seu emaranhado de causas e consequênicas. Vale apenas ouvir as palavras que Jesus nos dirige como alerta máxima: vocês, também, fiquem alertas, porque o Filho do Homem vai chegar quando não estiverem esperando.  Qual é a razão da advertência de Jesus? É que os homens e as mulheres facilmente se metem num jogo de empurra e empurra. Os que erram são os outros, os culpados não somos nós, não sou eu. Para mim tudo o que faço está certo. Portanto, a culpa não existe e se existe, é dos outros, é dos dirigentes, é do governo, é da hierarquia. Não esquecemos que é índice de maturidade cristã também saber examinarmo-nos sem fraquezas e reconhecer a própria parte de responsabilidade. Nós somos responsáveis de muitos males que acontecem no mundo.

Jesus nos dirige a palavra: Quem é, então, o empregado fiel e inteligente? É aquele que o patrão encarrega de tomar conta da casa e de dar comida na hora certa aos outros empregados. O evangelho apresenta o cristão vigilante com a psicologia do administrador, não do patrão. Todos querem ser patrões e querem mandar. Se esquecem que só Deus é o Senhor: Foi dito que o mundo iria melhor se tivesse menos arquitetos e mais pedreiros, menos discussões e mais trabalhos. Provavelmente mundo e Igreja precisam menos de patrões,  e mais de servos. Jesus chama a atenção fundamentalmente sobre os de casa. A autoflagelação não serve porém a humildade está sempre no centro da exortação de Jesus aos discípulos.

Concluindo diremos que estas duas parábolas, a da chegada inesperada do ladrão e a do comportamento do servo que aguarda a chegada do senhor, continuam o tema escatológico da vinda gloriosa do Filho do Homem.

O primeiro grande acontecimento escatológico é a encarnação. É o nascimento de Jesus. É a presença do Filho do Homem, Jesus, Filho de Deus, na história ao longo dos tempos. A partir de Jesus, o humano se torna o lugar do encontro com Deus. Os discípulos, na diversidade de seus dons, são chamados ao serviço à vida, construindo o mundo novo possível onde Deus se faz presente pelo amor. Aqui se incerta segunda a vinda gloriosa. Por isso, esperando continuamente a chegada imprevisível do Senhor que serve, a comunidade cristã deve permanecer atenta, concretizando a busca do Reino através da prontidão para o serviço fraterno. Quero que saibas que a responsabilidade é ainda maior, quando se sabe o que deve ser feito. E tu sabes tudo o que deves fazer para teres como herança a vida eterna. Muito te será exigido pois diz Jesus: assim será pedido muito de quem recebe muito; e, daquele a quem muito é dado, muito mais será pedido.

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